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SP terá agência de investimentos



13/06/2008

O anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira, 12, pelo governador em exercício Alberto Goldman, durante abertura do Congresso da Indústria 2008, promovido pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) na zona Sul da Capital. O projeto de lei que regulamenta a criação da Investe SP já está tramitando na Assembléia Legislativa.

Com isso, o governo estadual busca fortalecer o maior parque industrial do Brasil - mais de 31% do PIB do país –, ao mesmo tempo em que abre espaço para estimular investimentos no Estado, bem como a competitividade da economia de São Paulo, a geração de empregos e a inovação tecnológica em solo paulista.

“A ação do Estado deve ser permanente para receber investimento. Nossa meta é dar apoio a pequena e média empresa que é a base do desenvolvimento econômico mais democrático de um Estado”, apontou Goldman.

A Investe SP será uma autarquia ligada à Secretaria de Desenvolvimento com conselho deliberativo composto por secretários estaduais e representantes de entidades empresariais, além de uma diretoria formada por um presidente e até três diretores.

Segundo Goldman, paralelamente à Investe SP, a Secretaria de Desenvolvimento aguarda o sinal verde do Banco Central para iniciar as atividades da Afesp (Agência de Fomento do Estado de São Paulo), um verdadeiro banco de fomento, cujo orçamento para transações será de R$ 1 bilhão. “Esse capital orçamentário será complementado no decorrer do tempo”, frisou Goldman. A idéia é que a Afesp faça a captação de recursos junto a organismos financeiros e repasse a pequenas e microempresas paulistas.

O governador em exercício também defendeu a reforma tributária em discussão na Câmara Federal. “O desenvolvimento do Brasil terá um arranque e São Paulo integra esse cenário com a aprovação da reforma. O que queremos é que as eventuais perdas em nosso orçamento possam ser compensadas”, defendeu Goldman.

Antes de deixar o evento, Goldman afirmou que o Congresso da Indústria é promovido num momento oportuno, sobretudo pelo fato de o Congresso Nacional ter aprovado nesta quarta-feira a cobrança CSS (Contribuição Social da Saúde) que segue agora para discussão no Senado. “Nem com bom senso poderíamos imaginar a aprovação de mais um imposto justamente agora que discutimos o consenso para a reforma tributária”, lamentou Goldman. “A Fiesp tem uma liderança muito expressiva e essa posição é fundamental”, completou Goldman.

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, afirmou que a entidade lançará uma campanha para sensibilizar os senadores a votarem contra a aprovação do tributo. De acordo com ele, o novo tributo deveria ser criado por meio de uma emenda constitucional com aprovação de pelo menos 60% dos parlamentares federais e não com a edição de uma medida provisória. “A sociedade não aceita mais impostos. Isso só vem dificultar a competitividade da nossa indústria”, concluiu Skaf.

 

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