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SP disponibiliza dados sobre áreas de risco na web



25/02/2011

Favela Santa Madalena 2, no bairro Jardim Elba, na zona leste de São Paulo

O mapeamento das áreas de risco da capital paulista, realizado em 2010 pela Prefeitura de São Paulo em parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), por meio do Centro de Tecnologias Ambientais e Energéticas, é apontado como o maior trabalho no gênero feito em uma única cidade brasileira. São Paulo dispõe de uma ferramenta fundamental para orientar ações preventivas, obras e elaboração de projetos nos locais classificados por grau de risco, tanto em escorregamentos de encostas quanto de solapamento de margens de córregos.

Segundo dados do estudo, São Paulo tem 407 áreas de risco em 26 subprefeituras. Essas áreas estão distribuídas da seguinte forma: 176 na região Sul da cidade, 107 na região Norte, 100 na Leste e 24 na Oeste. Atualmente 27% das moradias estão instaladas em áreas de risco considerados Alto e Muito Alto, o que corresponde a cerca de 29 mil moradias, com aproximadamente 115 mil habitantes. Nos setores de risco Médio e Baixo está concentrada a maioria das moradias: 73%, que representam mais de 105 mil unidades residenciais.

Entre as ações de planejamento para o combate às áreas de risco, segundo a Prefeitura, incluem-se “a integração como os programas municipais de urbanização, regularização fundiária e operações urbanas, além de estruturação dos sistemas de monitoramento e alertas em áreas prioritárias.” Com os dados e informações consolidados pelo novo mapeamento, a Prefeitura subsidiará suas ações de prevenção, além de definir prioridades de obras. A Defesa Civil poderá indicar as residências que precisam ser verificadas ou monitoradas a cada situação de chuva.

O site da Prefeitura permite acessar diversas informações das áreas mapeadas pelas equipes do IPT como: áreas de risco por Subprefeitura, histórico dessas áreas, ações da Prefeitura, tipos de risco e intervenções, treinamento de servidores e riscos e prevenção. Acesse aqui.

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