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Secretário incentiva USP a avançar nas regiões mais carentes do Estado



10/02/2015

Fonte: Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação

Secretário de Desenvolvimento ressaltou que polos de excelência surgiram nas regiões do Interior Estado que receberam unidades da USP, como Lorena, Piracicaba, São Carlos, Ribeirão Preto, Pirassununga e Bauru (Fabio Torquato/SDECTI)A Universidade de São Paulo, a USP, - uma das melhores do mundo, com 92 mil alunos e 5.860 professores – marcaria um gol de placa se abrisse unidades ou novas atividades em regiões mais carentes do Estado, como o Vale do Ribeira ou a Região do Paranapanema. Assim propôs o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, vice-governador Márcio França, ao reitor, vice-reitor e pró-reitores da USP, com os quais manteve reuniões ao longo desta terça-feira (10/2).
 
O incentivo a realizações voltadas aos setores mais carentes da sociedade incluiu, também, a utilização de parte da USP Leste -  na Zona Leste -  para abrigar atividades ligadas à Economia Criativa, setor que o governador Geraldo Alckmin pretende desenvolver nos próximos anos, seguindo uma tendência mundial que tem gerado mais empregos e renda.
 
O secretário de Desenvolvimento ressaltou que polos de excelência surgiram nas regiões do Interior Estado que receberam unidades da USP, como Lorena, Piracicaba, São Carlos, Ribeirão Preto, Pirassununga e Bauru. “Veja que o Vale do Ribeira e o Pontal do Paranapanema são regiões mais carentes certamente porque não receberam o estímulo de universidades públicas, como a USP. Seria um gol de placa a abertura de unidades nestas regiões, com reflexos positivos para toda a população”.

Márcio França conheceu, de perto, as potencialidades da USP, fundada em 1934, que tem 42 unidades de ensino e pesquisa; sete institutos de pesquisa; quatro hospitais próprios e dois associados; quatro museus; três parques tecnológicos; três incubadoras de empresas; duas orquestras; um navio oceanográfico. São quatro campi em São Paulo e seis no Interior. A USP tem 58.303 alunos na graduação; 28.498 na pós-graduação, 5.860 professores e 16.837 técnicos administrativos. O vice-governador parabenizou o trabalho dos dirigentes e disse que tal potencial precisa ser mais conhecido pela sociedade. E um meio de se fazer isso é incrementar o caráter indutor do desenvolvimento social da USP.
 
Grupo visitou as obras do Centro de Convenções da USP, com seus 36 mil m², três anfiteatros que somam 2.600 lugares e estacionamento com 700 vagas (Fabio Torquato/SDECTI)Também sugeriu a criação de uma força-tarefa para acelerar as obras do Museu do Ipiranga, que está fechado para a população, fato que tem gerado reclamações de turistas e moradores de todo o Estado. O grupo visitou as obras do Centro de Convenções da USP, com seus 36 mil m2, três anfiteatros que somam 2.600 lugares e estacionamento com 700 vagas.
 
Acompanhado do vereador paulistano Eliseu Gabriel (PSB), França foi recebido pelo reitor da USP, Marco Antonio Zago; pelo vice-reitor Vahan Ageopyan; pelos pró-reitores Antônio Carlos Hernandes (Graduação); Maria Arminda do Nascimento Arruda (Cultura e Extensão Universitária); José Eduardo Krieger (Pesquisa); pelo diretor da Escola Politécnica José Roberto Castilho; pelo presidente da Agência USP, Raul Machado Neto; pela procuradora-geral Maria Paula Dallari Bucci; pelo chefe de Gabinete José Roberto Drugowych de Felício; pelo superintendente do Espaço Físico, Osvaldo Shigueru Nakao. Todos são professores doutores. A comitiva contou com a calorosa recepção de Carlos Gustavo do Carmo, chefe do Cerimonial.   

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