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Santa Bárbara D’Oeste receberá mapeamento das áreas de risco



11/12/2013

O secretário  estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECTI), Rodrigo Garcia, assinou nesta quarta-feira, (11/12), com o prefeito de Santa Bárbara D’Oeste, Denis Eduardo Andia, o convênio para a realização de diagnóstico do processo erosivo na área urbana do município,  localizado na cabeceira de um córrego, afluente do Rio Piracicaba. Também participou do encontro o deputado Chico Sardelli.

De acordo com o Rodrigo Garcia, o município contará com um mapeamento detalhado realizado por técnicos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), contratados por meio do Programa Estadual de Apoio Tecnológico aos Municípios (Patem). “A partir deste diagnóstico, serão estabelecidas diretrizes e recomendações para o controle e prevenção do processo erosivo, desencadeado pela concentração do escoamento das águas puviais da bacia hidrográfica da região”, disse.

O trabalho abrangerá o levantamento bibliográfico e avaliação da área de risco, histórico dos processos erosivos, delimitação da bacia de contribuição, topografia e estudo hidráulico e hidrológico. O prazo previsto para execução é de oito meses.  Serão investidos R$ 192.544,90, sendo R$ 159.439,52 recursos da SDECTI e R$ 33.105,38 em contrapartida da prefeitura.

Segundo o prefeito, a iniciativa indicará uma solução para um problema histórico. “O processo de erosão do município já existe há 25 anos. Com a celebração deste convênio, poderemos adotar medidas necessárias para resolver a questão”, completa.

Sobre o Patem
O programa financia serviços especializados que utilizam a capacitação técnica do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) para obtenção de laudos em municípios de pequeno e médio porte, que não contam com recursos e capacitação funcional para resolução de situações emergenciais.

O trabalho executado pelo Patem abrange as seguintes áreas: uso do solo, recursos minerais e água subterrânea, infraestrutura pública, distritos industriais e de serviços, e dinâmica socioeconômica municipal. Criado em 1989, já foram investidos de R$ 19 milhões em mais de 500 atendimentos em todo o Estado.

Como funciona
Quando o município tem um problema que necessita de avaliação técnica do IPT, a prefeitura deve enviar ofício à SDCTI relatando o tipo de situação a ser examinada. Se a solicitação atender às exigências do Patem, a prefeitura e secretaria celebram o convênio. Os técnicos do IPT visitam o município para levantar as informações necessárias para produção do diagnóstico, apontando problemas e as medidas necessárias para solucioná-los. O programa não repassa recursos para a realização de obras. Mais informações na Coordenadoria de Ciência e Tecnologia da SDECT pelo telefone  (11) 3218-5735 / 5734.

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