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Rodrigo Garcia e Marcos Cintra participam de reunião sobre Parque Tecnológico do Jaguaré



05/02/2014

Reunião foi realizada na sede da Pasta, localizada na capital paulista (Ruy Jobim Neto/SDECTI)O secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado, Rodrigo Garcia, e o subsecretário de Ciência e Tecnologia, Marcos Cintra, reuniram-se nesta quarta-feira, 5 de fevereiro, com técnicos da Pasta e especialistas para discutir o projeto do modelo de gestão do Parque Tecnológico de São Paulo-Jaguaré.

Realizado na sede da Secretaria, o encontro contou com as presenças de representantes do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), do núcleo de Política e Gestão Tecnológica (PGT) da Universidade de São Paulo (USP), da Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE/Poli/USP), da Agência de Inovação da USP,  do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), do Instituto de Arquitetos do Brasil e do Sindicato dos Engenheiros.

Localizado na zona oeste da capital, o Parque Tecnológico de São Paulo-Jaguaré está instalado no entorno da Avenida Engenheiro Billings, junto ao maior polo de Ciência e Tecnologia da América Latina (USP, IPT, Ipen e Butantan). O complexo vai ser voltado aos setores de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), Saúde, Nanotecnologia, Novos Fármacos e Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em acessibilidade, usabilidade e comunicabilidade para pessoas com deficiências e outros.

O terreno onde será alojado o núcleo central do parque tem área de 46 mil m². O prédio vai contar com instalações para abrigar empresas, centros de inovação, escritórios de entidades financiadoras de projetos, serviços de administração, apoio e áreas para eventos, com auditórios e espaços para exposições.

Sobre o Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec)
Criado em 2006, o SPTec oferece apoio e suporte aos parques tecnológicos, com o objetivo de atrair investimentos e gerar novas empresas intensivas em conhecimento ou de base tecnológica, que promovam o desenvolvimento econômico, científico e sustentável do Estado. No Estado de São Paulo, existem 28 iniciativas para implantação desses empreendimentos, sendo que o Parque Tecnológico de São José dos Campos foi o primeiro a receber o status definitivo no sistema. Desde então, outros cinco parques também receberam este título. São eles: Parque Tecnológico de Sorocaba, Parque Tecnológico de Ribeirão Preto, Parque Tecnológico de Piracicaba, Parque Tecnológico de Santos e Parque Tecnológico de São Carlos. Hoje são 14 iniciativas com credenciamento provisório: Araçatuba, Barretos, Botucatu, Campinas (cinco iniciativas: Polo de Pesquisa e Inovação da Unicamp, CPqD, CTI-TEC, Ciatec II e Techno Park) Parque Universidade Vale do Paraíba, Santo André, São Carlos-EcoTecnológico, São José do Rio Preto e São Paulo (duas iniciativas: Jaguaré e Zona Leste).

Incentivos estaduais
As empresas que se instalarem em parques tecnológicos do SPTec, que possuem credenciamento definitivo, poderão participar do programa estadual de incentivos fiscais, chamado Pró-Parques. Instituições de apoio e empresas de base tecnológica poderão utilizar créditos acumulados de ICMS ou diferir o imposto para pagamento de bens e mercadorias a serem utilizados na realização de investimentos e no pagamento de ICMS relativo à importação de bens destinados ao ativo imobilizado.

Como fazer parte do SPTec
Para fazer parte do SPTec, a prefeitura ou a entidade gestora do parque tecnológico deve encaminhar um ofício à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECTI) e solicitar sua inclusão no sistema. Após a aprovação dos documentos, o credenciamento é efetuado por meio de uma resolução válida por dois anos. Para a obtenção do credenciamento provisório no sistema, o interessado deve enviar à SDECTI: comprovação de propriedade de uma área de no mínimo 200 mil m²; documento manifestando o apoio à implantação do parque subscrito por empresas locais, bem como centros e instituições de ensino e pesquisa; apresentação de projeto básico do empreendimento, contendo o esboço do projeto urbanístico e estudos prévios de viabilidade econômica, financeira e técnico-científica e a apresentação de requerimento por parte da pessoa jurídica justificando o pleito.

Fonte: Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação 

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