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Renovação de caminhões é tema de reunião



26/06/2012

Secretário debate propostas para renovação de frota de caminhões da Baixada (Fabiano Guimarães/SDECT)

O secretário adjunto responsável pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado, Luiz Carlos Quadrelli, recebeu nesta terça-feira, 26 de junho, na sede da Pasta, representantes da Agência de Fomento Paulista e da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) para discutir ações do Programa de Incentivo à Renovação de Frota de Caminhões - Renova SP.


Durante o encontro, foram debatidas propostas que visam o aprimoramento do projeto piloto, que será implantado em Santos. O programa vai possibilitar a substituição de caminhões velhos por veículos novos e menos poluentes para mil caminhoneiros que trabalham na região portuária.

O acordo para implementação do Renova-SP foi formalizado, em Santos, durante a 17ª edição do Acelera SP, com a assinatura de protocolo de intenções entre a Agência de Fomento Paulista e o Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e do Vale do Ribeira (Sindicam).

Taxas e reciclagem
Com o Renova SP, os caminhoneiros terão acesso a financiamentos com taxa de juros de 5,5% ao ano e prazo de parcelamento em até 96 meses, incluindo carência de seis meses. Para a equalização das taxas serão disponibilizados, nesta primeira etapa de implementação do projeto piloto, recursos de R$ 45 milhões. Serão atendidos os caminhoneiros que operam há mais de um ano no Porto de Santos e que utilizam veículos com mais 30 anos de uso.

O programa prevê ainda que o veículo antigo deverá receber tratamento adequado, sendo retirado de circulação e destinado para reciclagem em centros especializados. Para aprovação do modelo de concessão de crédito da Agencia de Fomento Paulista é preciso que a documentação do veículo também esteja em ordem.

Frota antiga
No Estado de São Paulo, o transporte rodoviário é feito principalmente por caminhões. São mais de 610 mil veículos registrados, sendo 30% da frota com mais de 30 anos de uso. Em Santos, dos seis mil veículos de carga que circulam na região portuária, 1.000 deles possuem esse mesmo tempo de uso.

São os veículos velhos que causam os principais problemas de mobilidade no trânsito. As panes mecânicas provocam congestionamentos e riscos de acidentes. No caso da atividade portuária, muitos caminhões com longo tempo de estrada são utilizados no transporte de adubo e outros tipos de carga transportada a granel.

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