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Primeira turma de alunos retorna dos EUA



31/03/2011

Intercambistas no estádio do time de futebol americano Seattle Seahawks

A primeira turma de estudantes de Escolas Técnicas (Etecs) e Faculdades de Tecnologia (Fatecs) estaduais, que participou do Programa de Intercâmbio Cultural do Centro Paula Souza, teve desempenho destacado no curso de inglês nos Estados Unidos. Durante o mês de março, os 125 intercambistas estudaram em quatro cidades norte americanas: Chicago, Portland, São Francisco e Seattle. Na turma do Instituto de Tecnologia de Illinois (Chicago), por exemplo, alguns conseguiram evoluir mais de 20 pontos em relação ao primeiro teste. De acordo com a direção da escola, esse resultado foi notável, uma vez que a maioria dos intercambistas demora dois ou três meses para atingir esse grau de evolução.

No primeiro dia de aula, 28 de fevereiro, foi aplicado um teste para avaliar a capacidade de compreensão e domínio da gramática. De acordo com o resultado, os estudantes eram encaminhados para classes de diferentes níveis. Entre os intercambistas do Paula Souza, havia estudantes desde o nível básico até o avançado. Na última semana, eles passaram pelo mesmo exame para medir a evolução de cada um.

Brasileiros e colegas coreanos durante atividade em classe na cidade de Chicago

Para Michel Franklin, um dos coordenadores do Programa, que acompanhou um grupo de alunos em Chicago, a pontuação no teste é importante, mas não é o único indicador de evolução. “Muitos dos garotos já saem do Brasil com um bom domínio de gramática, mas têm dificuldade para se comunicar em inglês – muitas vezes por timidez. Outros aprendem a entender e a falar ouvindo música, assistindo a filmes ou mesmo jogando vídeo game, mas não conhecem a estrutura do idioma. Cada um tem seu próprio processo de aprendizado, cujos resultados nem sempre aparecem em números. O fundamental é cada um investir no seu ponto fraco para equilibrar o conhecimento do inglês”, explica.

Além das aulas diárias (de segunda a sexta-feira) de gramática e cultura norte americana, a escola também oferece diversas atividades extraclasse que possibilitam a interação entre intercambistas e americanos, como visitas a museus e pontos turísticos, entre outras. O fato de cada estudante ficar em uma casa de família também é uma oportunidade para praticar o idioma. “É importante que o aluno se entregue ao aprendizado, à convivência com os estrangeiros – sejam americanos ou não. E que converse em inglês mesmo com os colegas brasileiros”, aconselha Franklin.

Fernanda Tudor, técnica em Meio Ambiente formada pela Etec Conselheiro Antônio Prado, de Campinas, concorda: “Esse intercambio foi uma ótima oportunidade para aperfeiçoar o inglês. Os professores foram muito atenciosos e também pude praticar o idioma no o convívio diário com a família e durante os passeios”. Fernanda fez o curso em Seattle.

No sábado, 2 de abril, embarcam para os EUA mais 127 alunos, que irão se distribuir entre Chicago, Portland, Seattle e San Francisco. Saiba mais

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