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Presidente do IPT fala sobre tecnologia no SPChat



24/03/2010

Diretor-presidente do IPT respondeu 20 perguntas sobre a atuação do órgão

O diretor-presidente do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), João Fernando Gomes de Oliveira, participou na tarde desta quarta-feira, 24 de março, do SP Chat, bate-papo on-line no Portal do Governo do Estado de São Paulo, e obteve a terceira melhor audiência dessa série de entrevistas, que é transmitida todas as quartas-feiras às 14 horas. Ele ficou atrás apenas dos secretários Geraldo Alckmin (Desenvolvimento) e Paulo Renato Souza (Educação).

Oliveira respondeu 20 perguntas sobre os investimentos e projetos que estão sendo realizados atualmente pelo IPT e ficou no ar por cerca de 40 minutos. O diretor-presidente destacou como aspectos essenciais da atuação do Instituto “a probidade e credibilidade” que norteiam o trabalho da comunidade de pesquisadores, que atualmente desenvolvem cerca de 220 projetos para órgãos públicos e empresas privadas. Confira vídeo com a entrevista de João Fernando Gomes de Oliveira na íntegra.

Segundo explicou Oliveira, os estudos do IPT atualmente têm três focos principais: oportunidades de tecnologia, como nanotecnologia; oportunidades nacionais relacionadas às demandas do Estado; e desenvolvimento de bioprocessos – etanol e demais biocombustíveis. “O componente tecnológico para o desenvolvimento é muito importante”, afirmou.

No período de 2008 a 2010 foram investidos R$ 186 milhões no Instituto. “O IPT possui um pacote de investimentos, cujo principal parceiro é o Governo de São Paulo”, disse. Do total investido, R$ 98 milhões foram viabilizados pelo governo estadual e R$ 88 milhões pela Petrobras e órgãos de fomento, como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Com esses investimentos, segundo Oliveira, em 2009 começou a ser desenvolvida uma nova unidade em São José dos Campos (SP), focada na indústria de aviação. Trata-se do Laboratório de Estruturas Leves (LEL), que deve ser concluído até o fim deste ano. “Os novos componentes que serão desenvolvidos devem aumentar a capacidade de suportar pressão nas aeronaves, implementando um novo conceito de transporte com materiais compósitos”. O investimento é de R$ 50 milhões.

O diretor também destacou que está sendo planejada mais uma unidade para a pesquisa de biomassa, que será instalada em Piracicaba, produzindo novos materiais, como polímeros, combustíveis, entre outros.

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