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Presidente da Investe SP participa de seminário



10/10/2012

Almeida destacou a relevância de se levar em conta os “Brasis” que compõem o País

Como tornar o Brasil e o Estado de São Paulo mais atraentes aos empresários, investidores e demais públicos? Esse foi um dos temas debatidos na manhã desta terça-feira, 9 de outubro, durante o lançamento da segunda edição do relatório “Atratividade do Brasil como polo de investimentos e negócios”. Elaborado pela BRAiN com o apoio do The Boston Consulting Group, o estudo examina o País levando em conta sete pilares: ambiente macroeconômico, ambiente institucional, talentos e capital humano, infraestrutura física, infraestrutura financeira e estabilidade política e institucional.

Durante o evento, o presidente da Investe São Paulo, Luciano Almeida, destacou a relevância de se levar em conta os vários “Brasis” que compõem o País. “Quando falamos, por exemplo, sobre a falta de qualificação profissional, essa questão não é um problema no Estado de São Paulo. Apenas em alguns setores específicos é que isso pode ser notado, mas é algo muito pontual”, afirmou.

Segundo Almeida, é fundamental que se compreendam as características das diferentes regiões que constituem o Brasil, analisando as demandas específicas, para que se possa elaborar uma estratégia de desenvolvimento regional. “Não adianta replicarmos o modelo de desenvolvimento paulista para outros estados em que, por exemplo, não há mão de obra qualificada à disposição nem uma infraestrutura adequada”, disse.

O presidente da Investe SP também ressaltou que foram recebidas mais de cem propostas de Parcerias Público-Privadas pelo Governo de São Paulo desde a criação da Manifestação da Iniciativa Privada (MIP) em outubro de 2011 pelo Decreto no 57.289. A MIP abre uma oportunidade para que o investidor apresente sugestões de projetos para serem incluídos no programa de PPPs. Ou seja, ao identificar uma oportunidade de negócio, o investidor pode fazer uma proposta ao Estado, apresentando estudos e levantamentos que mostrem a importância e a necessidade do projeto que deseja implantar. Se a proposta for aceita pelo Estado, mas, ao final do processo licitatório, outro investidor for contratado, todas as despesas efetuadas parar a realização dos estudos serão ressarcidas pelo vencedor do processo.

Maior centro financeiro da América Latina
Ex-embaixador brasileiro nos Estados Unidos, Rubes Barbosa defendeu a adoção de atitudes mais efetivas de liderança na divulgação da imagem do País. “Vamos promover São Paulo como o maior centro financeiro da América do Sul. Precisamos lançar uma estratégia para isso”, destacou.

“São Paulo tem que se tornar o que já é por natureza”, argumentou o chairman do grupo ABC, Nizan Guanaes. Segundo ele, o Brasil volta-se muito para o mercado interno, sem se preocupar em contruir um posicionamento externo, uma marca. “O Brasil é muito mais sofisticado do que o país de commodities que nós vendemos”, disse Guanaes. “Nós, da BRAiN, vamos divulgar São Paulo como centro financeiro da América Latina”, sentenciou o publicitário.

Para o diretor presidente da BRAiN, Paulo Oliveira, também é essencial que se desenvolvam ações para que as empresas tenham mais acesso aos recursos disponíveis no mercado financeiro. “As empresas precisam do mercado para crescer. Estamos desenvolvendo uma agenda positiva nesse sentido, de mãos dadas com o governo estadual, federal e a iniciativa privada”, reforçou.

O relatório lançado nesta terça está diponível para download em portugês, inglês e espanhol no site da BRAiN.

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