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Parque Tecnológico de Santo André entra no SPTec



31/03/2010

Credenciamento foi assinado durante solenidade no teatro de Santo André

O projeto do Parque Tecnológico de Santo André a partir de agora parte do Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec). O credenciamento provisório do empreendimento foi assinado nesta quarta-feira, 31 de março, pelo secretário de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, com o prefeito Aidan Ravin, durante solenidade no teatro municipal de Santo André.

O complexo do Parque Tecnológico será implantado em uma área de 370 mil m², na Av. dos Estados, próximo ao Viaduto Salvador Avamileno, com acesso à futura Estação Pirelli, próximo ao Rodoanel Sul. O local abrigará instituições de ensino, laboratórios de pesquisas, galpões para ensaios, empresas incubadas, auditórios, pavilhão de exposições, mini-shopping com praça de alimentação e bancos, escritórios de administração e virtual office (estrutura projetada para oferecer toda a infraestrutura necessária ao funcionamento de uma empresa: instalações, recursos materiais e humanos, serviços administrativos, operacionais, assessoria contábil, fiscal e jurídica, entre outros).

O empreendimento será voltado às áreas de pesquisa e desenvolvimento nos setores de transformados plásticos, metalurgia, petroquímica e tecnologia da informação. “Com o credenciamento provisório, o projeto do Parque Tecnológico já começa a se estruturar para futuramente receber empresas interessadas em investir no empreendimento, o que irá estimular o crescimento econômico da região e a geração de emprego e renda para a população”, explica o secretário estadual de Desenvolvimento.

Complexo será implantado em uma área de 370 mil m², na Av. dos Estados

Após a assinatura do credenciamento, Santo André se habilita a receber recursos do governo estadual para investimentos na infraestrutura do Parque Tecnológico, no plano urbanístico, no projeto de ciência e tecnologia, dentre outros tópicos que integrarão o projeto.

No entorno da área do Parque Tecnológico já estão instaladas empresas que contam com centros de desenvolvimento tecnológico, como TIM, Bridgestone, Pirelli, entre outras. Atualmente, Santo André contabiliza 2.060 indústrias, 15.770 estabelecimentos comerciais e 24.800 estabelecimentos prestadores de serviços. O município também soma 14 unidades de ensino superior, como Fundação Santo André, Universidade Federal do Grande ABC, Fatec e UniABC. “O Parque Tecnológico agregará toda a extensão das cadeias produtivas, incluindo as empresas de micro e pequeno portes”, destaca o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (SDET) de Santo André, Walter Roberto Constantino Torrado.

O projeto é uma ação conjunta do governo do Estado com a prefeitura de Santo André. Com a entrada do município no SPTec, já chegam a 15 as iniciativas com credenciamento provisório no Estado: Barretos, Botucatu, Campinas (Polo de Pesquisa e Inovação da Unicamp), Ilha Solteira, Mackenzie-Tamboré, Piracicaba, Santo André, Santos, São José dos Campos, São Paulo (duas iniciativas: Jaguaré e Zona Leste), Sorocaba, São Carlos (duas iniciativas: ParqTec e Parque EcoTecnológico) e São José do Rio Preto.

Incentivos
As empresas que se instalarem em parques tecnológicos do SPTec poderão participar do programa estadual de incentivos fiscais, chamado “Pró-Parques”. Instituições de apoio e empresas de base tecnológica poderão utilizar créditos acumulados de ICMS ou diferir o imposto para pagamento de bens e mercadorias a serem utilizados na realização de projetos de investimento e no pagamento de ICMS relativo à importação de bens destinados ao ativo imobilizado.

Sobre o SPTec
O governo do Estado de São Paulo criou o Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec) para dar apoio e suporte aos parques tecnológicos, com o objetivo de atrair investimentos e gerar novas empresas intensivas em conhecimento ou de base tecnológica. Parques tecnológicos são empreendimentos para a promoção de ciência, tecnologia e inovação. São espaços que oferecem oportunidade para as empresas transformarem pesquisa em produto, aproximando os centros de conhecimento (universidades, centros de pesquisas e escolas) do setor produtivo (empresas em geral).

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