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Novo hospital ampliará atendimento em Baurú



07/05/2012

O campus da USP em Bauru, já tradicional em pesquisa e ensino na área da saúde, ganhará um novo hospital, voltado para especialidades da cabeça e do pescoço.

Com 12 pavimentos, o edifício começou a ser construído em 1985 (mesmo ano da instalação oficial do campus da USP em Bauru), com a finalidade de ampliar as atividades do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho). No entanto, devido a dificuldades no serviço de saúde em Bauru, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo firmou com a USP um acordo de permissão de uso para investir no hospital, financiando o projeto e inserindo-o no sistema de saúde da cidade.

Segundo o professor Marcos Boulos, Superintendente de Saúde da USP, “o hospital irá atender especialidades de cabeça e pescoço, mas poderá ser ampliado para atender outras necessidades conforme a demanda da cidade”. O atendimento deve ser no próximo ano.

A administração ficará a cargo da Fundação Faculdade de Medicina (FFM), com gestão técnica compartilhada entre o Centrinho, a Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) e a Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), além do apoio de outras instituições que acumulam experiência nas áreas de atendimento contempladas pelo hospital.

Curso de medicina

Com um grupo clínico coordenado pela USP, o hospital será campo para residência médica em anestesiologia, neurocirurgia e cirurgia craniofacial, otorrinolaringologia, cirurgia plástica e pediatria. Ele contará com 164 leitos e 20 vagas para Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o que deve exigir uma equipe de aproximadamente 200 médicos, contratados através de concurso público.

De acordo com Boulos, o campus de Bauru ampliará sua atuação em saúde ao mesmo tempo em que contribuirá para a formação de estudantes, atendendo ao objetivo de suprir a demanda da cidade e a estimular a criação de um futuro curso de medicina no município.

Com o fim das obras, o hospital será entregue à Secretaria de Saúde para que o estado de São Paulo possa bancar os custos com equipamento, mobília e manutenção, sendo em seguida transferido para a gestão da Fundação Faculdade de Medicina.

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Governo do Estado de São Paulo
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