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IPT elabora planos de redução de riscos



07/11/2012

Um contrato para a elaboração dos Planos Municipais de Redução de Riscos nas cidades de Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra e Santo André foi assinado na segunda-feira (5) entre o Consórcio Intermunicipal Grande ABC e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). Está também incluída no contrato a análise das áreas de inundação do município de São Caetano do Sul.

O projeto prevê o mapeamento das áreas de risco indicadas pelas prefeituras e a concepção de intervenções estruturais para os setores de risco, desde serviços de limpeza até obras de contenção de grande porte ou remoção de moradias, assim como a oferta de treinamentos aos técnicos das prefeituras, a estimativa de recursos financeiros de acordo com as obras propostas e a indicação de ações não-estruturais.

Os trabalhos têm duração prevista de 12 meses e serão coordenados pela geógrafa Kátia Canil, do Laboratório de Riscos Ambientais do IPT. O trabalho iniciará com a análise dos dados coletados pelos pesquisadores ou existentes nas prefeituras, que serão organizados e sistematizados por meio de mapas, plantas e documentação fotográfica em um Sistema de Informações Geográficas (SIG).

Todos os dados dos planos municipais serão integrados para a articulação de um Programa Regional de Redução de Riscos a Desastres Naturais que contemplará as sete cidades integrantes do consórcio – São Bernardo do Campo, Diadema e Mauá são as outras três. “Este é um momento importante para o IPT porque a elaboração de planos de gestão de risco é um dos trabalhos mais significativos do Instituto em políticas públicas e mostra a sua atuação para a sociedade”, afirmou Carlos Daher Padovezi, diretor de operações e negócios do IPT.

As reuniões entre o Consórcio Intermunicipal Grande ABC e o IPT estão ocorrendo há cerca de um ano para estabelecer a parceria. A elaboração dos novos planos irá se somar ao plano municipal de Mauá, também executado pelo Laboratório de Riscos Ambientais e apresentado em audiência pública no mês de julho, e aos trabalhos em Diadema que estão em etapa de finalização pela Regea – Geologia e Estudos Ambientais. A sétima cidade integrante do consórcio, São Bernardo do Campo, já possui o plano.

Segundo João Ricardo Guimarães Caetano, secretário executivo do consórcio, o novo contrato é fruto de uma parceria da instituição com o IPT para consolidar os planos municipais na região: “São Caetano do Sul, por exemplo, tem uma realidade completamente diferente das demais: é uma cidade sem áreas de risco e deslizamentos, mas tem graves problemas de enchentes. Convencemos os prefeitos da importância dos planos municipais para deixar primeiramente os sete municípios da região em um mesmo patamar de informação técnica e, em seguida, articular todos os dados para a elaboração do programa regional”.

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