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IPT e Casa Militar assinam contrato durante reunião



30/11/2012

Mesa para assinatura do contrato foi composta por Deocleciano Borella Jr, Walter Nyakas Jr e Zehbour Panossian

Um contrato assinado ontem (29) entre o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e a Casa Militar do Governo de São Paulo prevê o mapeamento das áreas de alto e muito alto risco a deslizamentos e inundações em 31 municípios abrangidos no Plano Preventivo de Defesa Civil do Estado. O projeto de seis meses será realizado pelo Laboratório de Riscos Ambientais do IPT por meio da organização de informações contidas em mapas, imagens e documentação fotográfica em um Sistema de Informações Geográficas (SIG), a fim de subsidiar o gerenciamento das áreas e estabelecer parâmetros técnicos e sociais.

Os graus de risco considerados seguem o método desenvolvido em 2007 pelo Ministério das Cidades e IPT, o qual estabelece quatro condições potenciais de risco – “é importante ressaltar que o projeto tratará apenas dos setores classificados como de risco alto (R3) e muito alto (R4) das 31 cidades”, afirma Eduardo Soares de Macedo, pesquisador do Laboratório de Riscos Ambientais.

As cidades incluídas no projeto estão localizadas na Região Metropolitana de São Paulo (Barueri, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Juquitiba, Mogi das Cruzes, Pirapora do Bom Jesus, Santa Isabel, São Caetano do Sul, São Lourenço da Serra e Vargem Grande Paulista), Vale do Ribeira (Apiaí, Barra do Chapéu, Barra do Turvo, Bom Sucesso do Itararé, Iporanga, Itaoca, Itapirapuã Paulista, Miracatu e Ribeira), Vale do Paraíba (Areias, Bananal, Cruzeiro, Lavrinhas, Queluz, Santa Branca e São Bento do Sapucaí) e Região Administrativa de Campinas (Americana, Engenheiro Coelho, Holambra, Itupeva e Vinhedo). "Estes municípios foram indicados como prioritários por não terem informações atualizadas sobre riscos de deslizamento e/ou inundações", informa Marcelo Fischer Gramani, coordenador do projeto.

As principais atividades desenvolvidas pelo IPT incluem a pesquisa bibliográfica dos levantamentos de áreas de riscos existentes, a consulta às equipes das Coordenadorias Municipais de Defesa Civil sobre o número de atendimentos efetuados nos locais que serão avaliados, a realização de vistorias de campo para levantamento de indicadores de risco e tipologias dos processos, e a elaboração de documentação fotográfica.

Os dados coletados serão analisados para fundamentar o relatório técnico, que irá conter informações como descrição da área avaliada, delimitação dos setores de risco identificados em imagem de sensores remotos, quantidade de imóveis em risco, quantidade de pessoas em risco, tipologia do processo (deslizamento, inundação, solapamento de margem) e sugestões de intervenções para minimizar ou eliminar os riscos identificados.

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