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Intercâmbio de Parques Tecnológicos



23/04/2007

De olho nas experiências bem-sucedidas dos países ibéricos, onde parques tecnológicos são realidade há mais de 15 anos, membros da Fundação Instituto Polo Avançado de Saúde – Fipase de Ribeirão Preto entrevistaram diretores e executivos dos principais parques de Portugal e Espanha para conhecer aspectos de suas gestões tecnológica, financeira, imobiliária e urbanística. A Fipase, em conjunto com equipes do Sistema Paulista de Parques, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e Comissão Inter-Unidades da USP realiza os trabalhos de planejamento do Parque Tecnológico de Ribeirão Preto.

Entre 26 de fevereiro e 13 de março, a coordenadora geral do projeto do Parque Tecnológico de Ribeirão Preto, Profa. Dra. Geciane Silveira Porto, e a consultora da equipe de gestão do Parque, Aline Figlioli, identificaram durante as visitas aspectos positivos que foram relevantes nas fases de planejamento, implantação e operacionalização dos empreendimentos.

O contato com os parques europeus permitiu à equipe da Fipase conhecer como esses parques foram financiados e como atraíram recursos de investidores e empresas, tanto da iniciativa pública quanto da privada. Com base na gestão dos parques europeus, a Fipase está consolidando o projeto do Parque de Ribeirão Preto. O modelo de gestão definido para Ribeirão Preto terá duas organizações gestoras, uma para as atividades imobiliárias e outras para as questões de ciência e tecnologia.

Tendo o padrão internacional como referência queremos justamente queimar etapas e aproveitar experiências dos melhores parques em funcionamento. Vamos conseguir reduzir bastante o tempo de implantação do parque de Ribeirão Preto e colocar o projeto em operação ainda em 2007”, destaca a Profa. Dra. Geciane Porto. “No Brasil ainda não existe um modelo sobre as melhores formas de financiamento público e privado do programa por isso o benchmarking é fundamental”, completa a professora da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP.

Em Portugal, a equipe da Fipase visitou o Taguspark, com área de 111 hectares, que surgiu de uma iniciativa governamental e é hoje propriedade de uma empresa privada em parceria com agências do governo central, universidades, instituições de P&D e autoridades locais. A equipe visitou ainda o Parque das Nações, que surgiu da reutilização das estruturas construídas para a Expo 98, e o Biocantpark, o primeiro parque de biotecnologia em Portugal, que possui o mesmo foco do Parque de Ribeirão Preto.

Na Espanha, as pesquisadoras visitaram o Parques Tecnológico de Andalucia, que possui 1,9 milhões de metros quadrados, reúne 300 empresas e gera 4.500 empregos, e o Parque Científico de Barcelona, criado pela Universidade de Barcelona, que incorpora grupos de pesquisa públicos e privados em um único espaço.

Ainda na Espanha, a equipe da Fipase conheceu a 22@Barcelona, uma empresa privada municipal, criada em 2000 para administrar o processo de transformação e regeneração de uma região industrial da cidade de Barcelona; o Parque Tecnológico de Bizkaia, no País Basco; o Parque Tecnológico de Alava e a Cartuja 93 que reúne 291 empresas e gera 11.455 empregos, sendo que 69 % para graduados ou técnicos.

Atendimento à imprensa:
Outras Palavras (16) 3931-1313
Ana Cândida Tofeti - MTb 25.921 – (cel: 9128-9419)
Daniel Navarro - MTb 28.181 - (cel: 9223-1517)
www.outras.com.br

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