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Governo libera mais de R$ 24,3 mi para parques tecnológicos



29/12/2011

Paulo Alexandre Barbosa fala sobre a importância dos parques tecnológicos

Nesta quinta (29/12), às 14h, no Palácio dos Bandeirantes, o governador Geraldo Alckmin e o secretário de Desenvolvimento Econômico Ciência e Tecnologia, Paulo Alexandre Barbosa, assinaram convênios com as prefeituras de Botucatu, Piracicaba, São José do Rio Preto e Sorocaba para a liberação de R$ 18,3 milhões aos parques tecnológicos dessas cidades, todos credenciados no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec). Os recursos visam à construção de incubadoras de empresas de base tecnológica, centros empresariais, ampliação e conclusão de obras civis.

Nesta sexta-feira, (30/12), em São José dos Campos, também será assinado convênio de R$ 6 milhões para a construção do Centro Empresarial II do parque tecnológico do município. Totalizando em 2011, mais de R$ 24 milhões em investimentos.

Segundo o governador Geraldo Alckmin os parques tecnológicos são espaços onde há concentrações de centros empresariais e instituições associadas que criam um ambiente favorável à atração de investimento. “As empresas que se instalam no parque são os novos bandeirantes, que no passado alargaram as fronteiras do Brasil. Hoje, a inovação tecnológica impulsiona as fronteiras do comércio brasileiro. Não há como ter competitividade sem inovação”, acrescenta.

De acordo com o secretário Paulo Alexandre Barbosa, a integração entre empresas, universidades e centros de pesquisas, além de gerar renda, contribui para o desenvolvimento econômico. “O investimento em inovação é fundamental para garantir a competitividade da economia. Sendo assim os parques tecnológicos tem papel fundamental nesse processo. Cada parque tem a sua própria vocação, respeitando as características de cada região”, afirmou.

Veja tabela com os convênios assinados.

Sobre o Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec)


Criado em 2006, o SPTec oferece apoio e suporte aos parques tecnológicos, com o objetivo de atrair investimentos e gerar novas empresas intensivas em conhecimento ou de base tecnológica, que promovam o desenvolvimento econômico, científico e sustentável do Estado. De 2003 a 2010, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT) repassou mais de R$ 53 milhões na realização de obras e estudos para a implantação de parques tecnológicos. Em 2011, os cinco convênios firmados totalizaram mais de R$ 24,3 milhões.

No Estado de São Paulo existem 30 iniciativas para implantação de Parques tecnológicos. Dessas 11 em discussão e 19 já credenciadas no SPTec, sendo uma com credenciamento definitivo: Parque Tecnológico de São José dos Campos e outras 18 com credenciamento provisório: Araçatuba, Barretos, Botucatu, Campinas (três iniciativas: Polo de Pesquisa e Inovação da Unicamp, CPqD e CTI-TEC), Ilha Solteira, Mackenzie -Tamboré, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, EcoTecnológico Dahma São Carlos, São José do Rio Preto, São Paulo (duas iniciativas: Jaguaré e Zona Leste) e Sorocaba.

Como fazer parte do SPTec


Para fazer parte do SPTec, a prefeitura ou a entidade gestora do parque tecnológico deve encaminhar um ofício à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT) e solicitar sua inclusão no sistema. Após a aprovação dos documentos, o credenciamento é efetuado por meio de uma resolução válida por dois anos.

Para a obtenção do credenciamento provisório no sistema, o interessado (prefeitura ou entidade gestora) deve enviar a SDCET: comprovação de propriedade de uma área de no mínimo 200 mil m²; documento manifestando o apoio à implantação do parque subscrito por empresas locais, bem como centros e instituições de ensino e pesquisa; apresentação de projeto básico do empreendimento, contendo o esboço do projeto urbanístico e estudos prévios de viabilidade econômica, financeira e técnico-científica e a apresentação de requerimento por parte da pessoa jurídica justificando o pleito.

Parques tecnológicos


Parque Tecnológico de São José do Rio Preto


Área: 846.400 m²

Área construída: 7.766 m²

Vocação: Saúde, Instrumentação, Química, Informática e Agronegócios.

O Governo do Estado investiu até o momento: R$ 7.200.000,00 para a construção de uma incubadora de empresas de base tecnológica, de um centro empresarial e da sede administrativa do Parque Tecnológico de São José do Rio Preto

Parque Tecnológico de Botucatu


Área: 280 mil m²

Área construída: 1.860 m²

Vocação: Bioprocessos, Serviços Ambientais, Produtos Florestais, Produtos Naturais da Fauna e Flora,Tecnologias Sociais e Logísticas.

De 2010 a 2011, o Governo do Estado repassou o total de: R$ 9.081.096,51 para a elaboração do Projeto de Ciência e Tecnologia do Parque e construções civis, que incluem portaria, ruas, sarjetas e o prédio da administração.

Parque Tecnológico de Sorocaba


Área: 1.178.600 m²

Área construída: 6 mil m²

Vocação: Eletro metal mecânica – Automobilística, Tecnologia da Informação e Comunicação e Energias Limpas e Renováveis.

De 2008 a 2011, o Governo do Estado repassou o total de: R$ 12.146.168,52 para obras civis e estudos de viabilidade técnica. Parque Tecnológico de Piracicaba

Área: 422 mil m² (terreno cedido pela USP)

Área construída: Aproximadamente 4 mil m²

Vocação: Simulação e Modelagem, Métodos Quantitativos, Especializado Metrologia, Metalografia, Mecatrônica e Automação e Agroindustrial

De 2008 a 2011, o Governo repassou o total de: R$ 7.745.007,92 para obras civis e estudos de viabilidade técnica.

Parque Tecnológico de São José dos Campos


Área: 188 mil m², ao longo da Via Dutra - adquirido pela Prefeitura

Área construída: 10 mil m²

Vocação: Novos materiais, Sistemas embarcados, Sistemas inerciais, Geoprocessamento, Energia, Biomédica, Tecnologia da Informação e Comunicação

O Parque Tecnológico de São José dos Campos já possui um Centro Empresarial em área construída de seis mil m2 e abriga 25 empresas de Pequeno e Médio porte. As empresas do Centro Empresarial I atuam nos setores de tecnologia da informação e comunicação (TIC), instrumentação eletrônica, geoprocessamento, aeronáutica e biomedicina. O Centro Empresarial II deverá abrigar cerca de 50 empresas e laboratórios. O investimento em Centros Empresariais demonstra a importância do Parque como ambiente e plataforma para abrigar e oferecer condições de crescimento a empreendimentos inovadores.

De 2006 a 2011, o Governo do Estado repassou o total de: R$ 13.548.699,75 para obras civis, construção do primeiro Centro Empresarial, reformas e início das obras do Centro empresarial II.

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