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Fórum discute Economia Criativa



03/12/2007

O Fórum Internacional de Economia Criativa, promovido pelas Secretarias de Estado de Desenvolvimento e da Cultura de São Paulo, em parceria com a Unidade Especial de Cooperação Sul-Sul da Organização das Nações Unidas e a Agência de Desenvolvimento do Município de São Paulo, reúne entre os dias 4 e 6 de dezembro, em São Paulo, lideranças dos setores público e privado com o objetivo de sensibilizar a sociedade sobre o potencial do setor no desenvolvimento socioeconômico do Estado. O encontro será realizado no auditório da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Avenida Paulista, 1313, 15º andar.

O Fórum, que tem início nesta terça-feira (04/12), às 9h, contará em sua abertura com as presenças do vice-governador e secretário de Desenvolvimento, Alberto Goldman; Diretor Titular do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da FIESP, Roberto Giannetti da Fonseca; Secretário Municipal do Governo, Clóvis Carvalho; Diretor Superintendente do SEBRAE em São Paulo, Ricardo Tortorella; Secretário Executivo do Ministério da Cultura, Juca Ferreira; e do Chefe da Divisão de Gestão de Conhecimento da Unidade Especial para a Cooperação Sul-Sul das Nações Unidas, Francisco Simplício.

Apontado como um dos setores com grande possibilidade de desenvolvimento sustentável do século – dados das Nações Unidas estimam que a economia criativa responda por cerca de 8% do PIB mundial –, o Fórum, dirigido a líderes de opinião públicos, privados e do terceiro setor, estudantes e veículos de comunicação, quer dar mais visibilidade ao assunto e mobilizar eventuais parceiros e apoiadores para estabelecer uma agenda sólida sobre o tema no Estado de São Paulo. Serão ao todo 29 palestrantes especialistas no tema, apresentando a experiência de 11 países.

Segundo o Secretário de Estado da Cultura, João Sayad, o objetivo do Fórum será discutir e entender o impacto da cultura na economia. “Vamos abordar um tema novo, mas de muita repercussão, pois reflete os efeitos da cultura em questões econômicas e sociais, como a geração de empregos, o consumo de bens culturais e a forma como os esses setores estão organizados”, disse Sayad.

O Fórum terá início com a palestra Economia Criativa – reforçando a aliança entre cultura e desenvolvimento, conta com a realização da Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA), o patrocínio do SEBRAE/SP, BNDES e o apoio da Fundação Padre Anchieta, R.EPENSE Comunicação, Itaú Cultural, Fundação SEADE, Agência Espanhola de Cooperação Internacional (AECI), British Council, Senac, Museu da Língua Portuguesa, Embaixada Britânica, FIESP, Consulado do Canadá, Centro Cultural Bradesco, Casa da ONU, Gazeta Mercantil e Assembléia Legislativa de São Paulo.

Por ocasião do Fórum Internacional de Economia Criativa a Secretaria de Estado da Cultura lançará o site www.economiacriativa.sp.gov.br, que transmitirá em tempo real todas as palestras, documentos e links acerca do tema. As palestras também serão transmitidas nos sites do Itaú Cultural, FIESP e Assembléia Legislativa, bem como no Centro Cultural Bradesco, no Second Life.

As inscrições para o Fórum serão realizadas mediante a doação de livros para as bibliotecas públicas do Estado, em parceria com a Livraria Cultura.

A Economia Criativa

O conceito, surgido inicialmente em 1994, na Austrália, ganhou importância quando, em 1997, o então primeiro-ministro britânico Tony Blair, preocupado com as perspectivas econômicas do país no cenário competitivo mundial, diante de um quadro de decadência manufatureira, identificou treze setores que poderiam reerguer a economia nacional. A eles deu o nome de “indústrias criativas”.

O que esses setores têm em comum, segundo o conceito britânico, é a possibilidade de gerar direitos de propriedade intelectual, em especial os autorais. Nesse leque entram não só as indústrias culturais e o artesanato, como também moda, design, arquitetura e setores cujo componente cultural apresenta diferentes nuances, como da propaganda e do software.

No Brasil, a discussão sobre Economia Criativa teve início em abril de 2005, com a realização do Fórum Internacional de Indústrias Criativas, em Salvador. Em novembro de 2006 a questão alçou novo vôo com a inclusão de um módulo especificamente voltado à economia criativa, no âmbito do Fórum Cultural Mundial do Rio de Janeiro.

www.economiacriativa.sp.gov.br

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