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Fiesp e Secretaria lançam Atlas



10/04/2007

A A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento da Indústria Paulista, desenvolveu o Atlas da Competitividade da Industria, que reúne mais de dois mil mapas com análises detalhadas dos 645 municípios, 48 setores da economia, 287 classes de produtos e 123 sindicatos. O instrumento, que já está disponível na internet, contém levantamentos da Fundação Seade, do Ministério do Trabalho e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As cidades foram avaliadas de acordo com o número de empresas industriais, empregos, escolaridade, salários pagos e porte das empresas. Conforme o diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, o instrumento viabilizará o fomento da indústria de transformação paulista, face ao processo de “desconcentração industrial” da capital para o interior.

“O que se mantém aqui [na Capital] são algumas atividades importantes, como a automotiva, indústria química, um conjunto expressivos de pequenas e médias empresas e um conjunto de funções corporativas da grande empresa, que é alta direção e serviços de apoio”, disse.

O Atlas revela que, do total das indústrias com maior valor adicionado, 64,38% situam-se em raio de 100 km da capital paulista. Na mesma dimensão, com 63,1%, encontra-se a massa salarial e, com 46,9%, estão os empregos da indústria de transformação. São José dos Campos e São Bernardo do Campo foram as duas cidades que apresentaram o melhor rendimento médio, com R$ 3,212 e R$ 2,489, respectivamente.

Segundo Roriz, há algumas regiões com bons resultados em setores inesperados. Isso acontece com a cidade de São José do Rio Preto, excelência em confecção, mas que se destacou também pela forte concentração de pólo de equipamentos médicos.

Na avaliação do secretário-adjunto de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, Carlos Américo Pacheco, o Atlas ajudará no apoio à competitividade da indústria paulista que, segundo ele, vem sendo prejudicado pelos indicadores econômicos como juros e câmbio. “Já que não podemos mexer em temas estruturais [juros, câmbio e reformas] podemos fazer políticas de apoio à competitividade, para compensar esse câmbio completamente enviesado”, afirmou.

Fonte: Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) - www.fiesp.com.br

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