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06/03/2007

O Durante a 31ª conferência internacional sobre cerâmicas avançadas e materiais compósitos (Cocoa Beach Conference & Exposition on Advanced Ceramics & Composites), de 21 a 26 de janeiro, na Flórida (EUA), a pesquisadora Sonia Mello, do Centro de Ciência e Tecnologia de Materiais do Ipen, apresentou a única conferência brasileira convidada no evento, realizada no decorrer do Simpósio Internacional sobre Células a Combustível de Oxido Sólido (SOFC): materiais, ciência e tecnologia.

De acordo com a pesquisadora, o convite expressa o reconhecimento dos organizadores que pertencem à American Ceramic Society (ACerS) e comunidade científica participante à contribuição das pesquisas desenvolvidas no país na área de células a combustível de alta temperatura (SOFC).

Foram apresentados resultados relacionados ao desenvolvimento de interconectores para células de óxido sólido (SOFC) obtidos no instituto. Este componente tem a função de fazer a conexão da célula com o circuito elétrico externo. Atualmente, o desenvolvimento destes dispositivos com eficiência e baixo custo é um dos fatores limitantes para a comercialização das SOFCs. Neste particular, vários países investem em pesquisas, tentando solucionar os problemas tecnológicos existentes. Entre eles, EUA, Japão, Alemanha e Suíça.

Na oportunidade, a pesquisadora foi convidada para participar do corpo editorial da série “Fuel Cells and Hydrogen Energy”, em elaboração, sob a coordenação do Dr. Narottan Bansal, do Glenn Researh Center/ Nasa.

A necessidade de tecnologias de baixo impacto ambiental e a ameaça de escassez dos combustíveis fósseis originaram a busca por alternativas confiáveis e eficientes para a produção de energia. Células a combustível são dispositivos geradores de energia elétrica, a partir de reações químicas. A fonte que alimenta esses dispositivos é o hidrogênio, por isso o subproduto da reação é o vapor de água. A tecnologia pode ser empregada no fornecimento de energia elétrica para residências, empresas ou em veículos e outras fontes móveis, além de aplicações portáteis como laptops e celulares. É considerada uma alternativa energética eficiente e não poluidora, fonte de pesquisas em todo o mundo.

“Os resultados apresentados durante os cinco dias de conferência sinalizaram fortemente que estamos na direção correta, trabalhando com materiais que atualmente se encontram em desenvolvimento. Temos um amplo horizonte de possibilidades para serem exploradas em nossos laboratórios, contribuindo na busca de soluções que possam fazer com que esta tecnologia seja encaminhada aos meios de produção", afirma Sonia Mello. Para participar do encontro, a pesquisadora teve apoio da American Ceramic Society e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), que fomenta pesquisas nessa área no Ipen.

Fonte: Site IPEN

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