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Desafio Jovem Engenheiro da Unicamp teve 90 equipes de 14 estados



31/12/2014

Fonte: Universidade Estadual de Campinas

Marcos Augusto Borges, professor que coordenou da competição (Antonio Scarpinetti/Unicamp)Noventa equipes participaram da segunda edição do Desafio Jovem Engenheiro (DJE), gincana virtual da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O projeto é organizado pelo Laboratório de Informática, Aprendizagem e Gestão (LIAG), da Faculdade de Tecnologia (FT), e pelo Laboratório de Engenharia e Química de Produtos (Lequip), da Faculdade de Engenharia Química (FEQ) da instituição.

Durante o segundo semestre de 2014, estiveram envolvidos com o desafio mais de 350 jovens do ensino médio de 14 estados, sendo a metade do Nordeste: Amazonas (3), Rondônia (1), Pará (12), Maranhão (12), Piauí (10), Rio Grande do Norte (2), Alagoas (2), Sergipe (2), Bahia (17), Mato Grosso (3), Goiás (2), Minas Gerais (7), Espírito Santo (1) e São Paulo (16). 

O intuito do DJE é instigar alunos do ensino médio a usar sua criatividade e engenhosidade para solucionar problemas relacionados com áreas de engenharia. Além de incentivar o trabalho em grupo, os jovens têm a oportunidade de aprender de uma maneira divertida e sem sair de casa, já que a competição é baseada em TelEduc e Facebook. O principal resultado esperado pelos organizadores é o de atrair os alunos para cursos de engenharia, devido à carência de profissionais na área produtiva.

A equipe vencedora desta edição foi a “Jovens Titãs”, do Instituto Federal do Espirito Santo, composta por Bruno Schneider, Mario Augusto Marçal Piana, Michel Silva Bonifácio e Pollyana Berger. Cada um deles receberá um smartphone como prêmio. 

Marcos Augusto Borges, professor da FT que coordenou da competição, considerou o volume de inscrições bastante significativo, com alunos de praticamente todo o Brasil, e afirma que a meta é crescer ainda mais em 2015.

"É uma ótima forma de divulgar a Unicamp entre jovens do nível médio. Foi muito gratificante vê-los explorando a internet e as redes sociais, ambientes tão próximos desta geração. Eles são de locais e escolas diferentes, com experiências também distintas, em uma disputa saudável onde o importante é buscar conhecimento; buscam se aprofundar em matemática, questões ambientais, gestão industrial, informática e, principalmente, trabalhando em grupo e gerando, com sua criatividade, resultados muito acima das expectativas.” 

A professora diretora da FEQ e que coordenou a primeira edição do DJE, Marisa Beppu, explica que a disputa se dá toda por computador, com os competidores se inscrevendo no TelEduc – ambiente de ensino e pesquisa desenvolvido pelo Núcleo de Informática Aplicada à Educação (Nied) e pelo Instituto de Computação (IC) da Unicamp. As equipes possuem até quatro integrantes, ou três mais um mentor (graduando de engenharia ou cursos correlatos, e professor de ensino superior, médio e fundamental). Foram seis rodadas classificatórias durante o segundo semestre para definição das dez equipes finalistas, até a final.  

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