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Curso ensina a gerenciar pequenas empresas



14/10/2011

Preparar os novos empreendedores para vencer ao abrir seus próprios negócios ou simplesmente exercer a administração em empresas industriais, comerciais, agrícolas e de serviços, planejar, executar, dirigir e controlar os recursos e as atividades de uma pequena organização. Essa é a proposta do curso de Gestão de Pequenas Empresas, oferecido pelo Governo do Estado de São Paulo por meio do Centro Paula Souza, autarquia ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, gestora das Escolas Técnicas (Etecs) e Faculdades de Faculdades (Fatecs). As aulas são semi-presenciais e os interessados têm até dia 18 de outubro para se inscrever para os exames. Basta preencher a ficha de inscrição no site www.telecursotec.org.br, e realizar o pagamento da taxa de R$ 40. A instituição oferece outros cursos: Administração Empresarial e Secretariado e Assessoria.

Os exames serão aplicados no dia 20 de novembro em diversas unidades de ensino do Centro Paula Souza. Com quatro horas de duração, a prova tem 30 questões objetivas e, para ser aprovado, é preciso acertar, no mínimo, 16 delas. O estudante pode se preparar de forma autônoma para o exame, assistindo aos programas pela TV ou na internet, estudando pelos livros, acessando o site do Telecurso TEC e acompanhando as dicas pelo Twitter.

Pequenos negócios
Segundo dados do Sebrae, o Brasil possui hoje 5,1 milhão de empresas, das quais 98% são micros e pequenas empresas. Só no Estado de São Paulo, são mais de 2 milhões de MPEs, o que representa 99% das empresas paulistas. Desse total, 43% pertencem ao comércio, 36% ao setor de serviços, 11% à indústria e 10% ao agronegócio.

Apesar do estímulo dado à abertura de novas empresas, pesquisas comprovam que 58% dos novos empreendimentos sucumbem em menos de cinco anos, o que, segundo o coordenador de Empreendedorismo e Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Carlos Leony Fonseca da Cunha, “a alta taxa de mortalidade se deve a vários fatores, dentre eles o gerenciamento pouco profissional das pequenas e microempresas, o que se explica pela capacitação deficiente dos empresários para a gestão do seu negócio e pela falta de formação dos jovens para o empreendedorismo”.

Ainda segundo Leoni, existe outro problema que afeta diretamente as micros e pequenas empresas: a lucratividade é baixa, tendo em vista um custo alto de produção e um nível de vendas aquém da necessidade. “Apesar delas gerarem 53 milhões de empregos, são responsáveis por menos de 20% do nosso Produto Interno Bruto (PIB). Esse índice é um dos mais baixos do mundo. Na grande maioria dos países elas têm uma participação muito maior e, na Itália e na Espanha, por exemplo, respondem por mais da metade dos respectivos PIBs”, observou Leony.

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