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Com apoio da Investe SP, Dialight inicia montagem de luminárias LED em Jundiaí



11/03/2015

Fonte: Investe São Paulo

Dialight pretende aumentar seu índice de nacionalização nos próximos anos (Marina Guimarães//Investe SP)A fábrica de luminárias Industriais LED do grupo inglês Dialight recebeu a visita do gerente de projetos Franklin Ribeiro, da Investe São Paulo, para acompanhamento do início das operações. A agência de promoção de investimentos ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia e Inovação do Estado auxilia o projeto de nacionalização da empresa desde 2013, quando a empresa chegou ao Brasil.

“Sabemos que um dos principais motivos para a escolha de Jundiaí para esse investimento foi a disponibilidade de capital humano qualificado. A região tem uma boa vocação para a empresas relacionadas a engenharia elétrica”, explicou o presidente da Investe SP, Juan Quirós.

A multinacional está investindo R$ 4 milhões na nova planta, localizada na Avenida João Antonio Meccatti, no Bairro Casa Branca. Durante o ano de 2014, foram investidos cerca de R$ 1,5 milhão, vendendo e montando as luminárias de alta tecnologia a partir de subconjuntos importados de outras fábricas do grupo no México, Estados Unidos e Inglaterra.

Segundo o diretor geral da Dialight do Brasil, Laércio Pereira, a expectativa é que a fábrica possa expandir-se nos próximos anos. “Estamos montando entre 20 e 30 luminárias por dia, mas temos capacidade produtiva para 200 peças/dia. É uma questão de demanda do mercado”, explicou. Caso essa expansão aconteça, o quadro de funcionários pode passar de 7 para 60.

Para Pereira, o apoio da Investe São Paulo na interlocução com a Secretaria da Fazenda foi fundamental para o sucesso do projeto. “Pedimos regime especial de suspensão do ICMS no desembaraço aduaneiro de componentes extremamente importantes. Sem isso, o custo da produção seria tão alto que impossibilitaria o negócio”, explicou.

A empresa fornece hoje principalmente para indústrias dos setores automotivo, de petróleo e gás, mineração, siderurgia e de alimentos. Mas, dependendo dos incentivos governamentais para o setor, é possível que a Dialight inicie atividades de pesquisa e desenvolvimento na planta de Jundiaí.

“Vamos continuar trabalhando junto à Dialight para incentivar governos federais e estaduais a criarem políticas que incentivem a substituição de importações no setor da iluminação. Sabemos que o mercado para o LED no Brasil está só começando a esquentar, e São Paulo tem potencial para liderar um grande desenvolvimento na área”, finaliza o presidente da Investe SP, Juan Quirós.

Atualmente, a Dialight importa todos os subconjuntos que compõe o equipamento. Porém, dando início ao processo de nacionalização de seus componentes, a empresa trouxe dos Estados Unidos um molde para injeção local do corpo de alumínio de suas luminárias, aumentando o conteúdo nacional do produto.

Os funcionários da fábrica são responsáveis por integrar o controlador eletrônico e o módulo ótico da luminária ao corpo e aplicar os demais componentes óticos e mecânicos, além de efetuar diversos ensaios e controles da qualidade do produto acabado.

Diferentemente das lâmpadas tradicionais que são fornecidas separadamente das luminárias, o equipamento de iluminação LED deve ser entendido como uma peça única que integra a estrutura mecânica aos componentes eletrônicos e óticos. Isso porque todos estes elementos foram projetados para trabalhar em conjunto de maneira a permitir a emissão de luz necessária e a dissipação de calor que maximize a vida útil dos LEDs.

Sobre a Dialight 
Com mais de 40 anos de experiência em desenvolvimento de tecnologia LED, sigla em inglês que significa diodo emissor de luz (Light-Emitting Diode), o grupo britânico mantém unidades em operação nos Estados Unidos, Grã Bretanha, México, Dinamarca, Alemanha, Emirados Árabes, Japão, Cingapura, Malásia e, a partir de agora, também no Brasil.

As soluções de iluminação baseadas na tecnologia LED oferecem diversas vantagens, como baixo consumo de energia, vida útil mais longa, tamanho reduzido dos equipamentos, durabilidade, resistência à vibração e redução da emissão de calor, além de não utilizar mercúrio, elemento químico que causa extremos danos ao meio ambiente.

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