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Secretário participa de seminário sobre Bioeconomia na Fapesp



03/08/2017

Fonte: Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECTI)

Foto: Flavia Louzane O vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECTI), Márcio França, participou nesta quinta-feira, (03/08), na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), na capital paulista, da mesa redonda “Esforços colaborativos para o desenvolvimento da bioeconomia e da inovação”, que aconteceu durante o seminário PPPBio Fapesp: Políticas Públicas para o Desenvolvimento da Bioeconomia. O encontro discutiu oportunidades, barreiras e desafios tecnológicos para avanços em direção à bioeconomia a partir dos resultados do primeiro ano de atividade do projeto “Agropolo Campinas-Brasil”.

O debate mediado pelo reitor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Marcelo Knobel, reuniu França, o presidente da Fapesp, José Goldemberg, o prefeito de Campinas, Jonas Donizette, o secretário de Agricultura e Abastecimento, Arnaldo Jardim, o diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da Fapesp, Carlos Américo Pacheco, o presidente do Conselho Superior do Agronegócio (Cosag/Fiesp), Jacyr da Silva Costa Filho e o diretor técnico do Sebrae São Paulo, Ivan Husain.  

De acordo com França, 15% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do Estado de São Paulo é destinado à inovação. "Esse orçamento pertence ao povo. Investir em tecnologia e pesquisa na área agrícola é fundamental para o crescimento econômico. O Governo tem como tarefa identificar as iniciativas inovadoras e promovê-las. Eu reafirmo que temos uma vocação muito forte para esse setor. Diante dessa crise que vivemos, o agronegócio conseguiu se manter. Vamos manter parcerias com universidades e institutos para garantir políticas públicas destinadas a Bioeconomia", acrescentou. 

O “Agropolo Campinas-Brasil” é voltado à identificação de áreas estratégicas de estudo, para a criação de um ecossistema bioeconômico de classe mundial. O projeto é apoiado pela Fapesp no âmbito do Programa de Pesquisa em Políticas Públicas. Ele constitui uma plataforma interinstitucional que tem como base o conceito de inovação e a meta de conectar a comunidade acadêmica e o setor produtivo em ambiente favorável ao surgimento de empresas de base tecnológica e de parcerias para o desenvolvimento da bioeconomia, além de estímulos a investimentos nessa área.

O Agropolo agrega os Institutos de Tecnologia de Alimentos (Ital), Biológico (IB) e Agronômico (IAC), sediados naquele município, a SDECTI, a Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento, a Unicamp, o parque tecnológico Techno Park, em Campinas, a Prefeitura da cidade e a Agropolis Internacional, associação francesa voltada para a pesquisa agronômica e o desenvolvimento sustentável.
Foto: Flavia Louzane
 Entre os temas estratégicos definidos pelo projeto, estão: resíduos urbanos e agrícolas – energia, reciclagem de nutrientes e fertilizantes; tecnologias para agricultura de precisão; uso sustentável da água; alimentos funcionais; biocombustíveis avançados para aviação e transporte pesado; e biomassa para produtos químicos.

O seminário foi aberto pelo diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da Fapesp, Carlos Américo Pacheco e pelo prefeito e presidente do Conselho do Agropolo Campinas-Brasil, Donizette. O diretor-científico da Fundação, Carlos Henrique de Brito Cruz falou sobre o apoio da Fapesp à pesquisa à Bioeconomia. O coordenador do projeto Agropolo e diretor do Instituto Agronômico (IAC), Sérgio Carbonell, relatou os resultados preliminares da pesquisa realizada no projeto.

Sobre a Fapesp 

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo é uma das principais agências de fomento à pesquisa científica e tecnológica do país. Com autonomia garantida por lei, a Fapesp está ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação. Com um orçamento anual correspondente a 1% do total da receita tributária do Estado, a instituição apoia a pesquisa e financia a investigação, o intercâmbio e a divulgação da ciência e da tecnologia produzida em São Paulo.

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